Nota

Menos todos pratos de trigo

Quem já viu uma sanfona que foi se esgarçando com o tempo. Para mim o sinal vermelho não está mais intermitente com o verde e o amarelo. A obesidade 3, ou obesidade mórbida como chamo, me alerta para mudanças radicais em proteção à minha vida. E a grande alteração passa por outra alimentação sem o consumo de trigo.

Após mais uma consulta com meu médico, me foi sugerido conhecer esta proposta sobre meu consumo de trigo e os prejuízos multiplicados por isso no meu organismo. Assim, assumi uma decisão radical em meus próprios termos antes de ter que acatar decisões que estarão mais sobre meu poder. Reduzir peso de forma consistente com a supressão de consumo de trigo. Isto quer dizer extirpar o consumo de pães, massas, salgados, bolos, macarrão, pizzas e substitui-los por féculas e tubérculos.

A linha de raciocínio é simples e imperativa. Para mim o trigo é como álcool para um alcoólatra ou cigarro para um fumante. Tenho que enfrentar barreiras para conseguir naturalizar o fim da minha cota de consumo de trigo pelo resto da vida. Primeira medida que assumo é racionalizar tudo isso e enquanto efetivo a medida, que é brusca, compartilho com todos amigos e família; a segunda medida é superar a crise de abstinência, que normalmente dura umas dias semanas até o corpo entender que posso viver sem o consumo do trigo e, por fim; trabalhar minhas emoções para me resignar sobre os conjunto das medidas em longo prazo.

Todo dia é um desafio e que deus me dê a graça de conseguir mudar. Olho para minhas filhas e penso no quanto minha expectativa de vida diminui rapidamente se não conseguir vencer essa batalha. Pois é. No mais a vida segue seu curso.

http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2013/08/27/noticia_saudeplena,145076/livro-propoe-a-retirada-total-do-trigo-da-dieta-entenda-o-motivo.shtml

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10 anos de greves dos bancários no Brasil

Não é razoável que o capital financeiro no Brasil insista em testar a força e organização da classe trabalhadora bancária nessa última década. Entretanto, os processos de solução desses conflitos, pela via da negociação coletiva nacional , acompanhados do uso constitucional e social da greve, com mobilização da categoria e unidade das entidades sindicais acumularam conquistas e novos direitos que tem ajudado outras lutas laborais em nosso país e no mundo.